A Tundra – abril dança em coimbra

Qui 20 Abr 2017 | 21:30 | auditório TAGV
abril DANÇA EM COIMBRA

Sinopse

Luís Guerra partilha um poema visual coreografado para cinco intérpretes. Um poema não narrativo onde o movimento se assemelha a uma viagem transe e psicadélica. Desenvolvendo a escrita coreográfica para a ideia de tundra, um lugar ventoso, frio, gelado, ideias que circundaram o imaginário desta coreografia, Luis Guerra dedicou-se à pesquisa de movimentos circulares e espiróides. Em palco, Luís Guerra faz-se acompanhar também da sua avó, uma intérprete central na geometria cénica da peça, que divide com os restantes intérpretes.

Ficha Técnica

direção e coreografia Luís Guerra

interpretação Alice Lopes, António Cabrita, Gonçalo Ferreira de Almeida, Luís Guerra e Luís Marrafa

composição musical original Darr Tah Lei

confeção de coletes Luzia Arieira e bordados à mão Carol Carvalho

direção técnica e desenho de luz Zeca Iglésias

produção Andreia Abreu

coprodução Rede 5 Sentidos (Teatro Académico de Gil Vicente, Teatro Viriato, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Maria Matos, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Micaelense, Teatro Nacional São João, Teatro Municipal do Porto Rivoli · Campo Alegre e O Espaço do Tempo)

integrado no Programa Artistas Emergentes da Rede 5 Sentidos . A Rede 5 Sentidos convidou o coreógrafo e intérprete Luís Guerra a criar uma nova coreografia que circulasse pelos teatros da rede. O resultado desta coprodução à escala nacional é a peça A TUNDRA

espetáculo no âmbito do Abril Dança em Coimbra 

coorganização Câmara Municipal de Coimbra/ Convento São Francisco e Teatro Académico de Gil Vicente

Informações Adicionais

A tundra é um dos biomas mais ventosos, secos e frios deste planeta. A severidade deste ecossistema convida, muitas vezes, a que abrandemos para nos entregarmos à contemplação. Um local privilegiado para observarmos silêncio interno, para abrandarmos o fluxo da mente. Este espetáculo é uma homenagem a estes locais. Através de uma coreografia desenhada e não-narrativa, é-vos oferecida uma metáfora da magia que as regiões de tundra podem conter e exercer. Convido-vos a assistirem ao espetáculo, se possível, sem demasiadas ideias pré-concebidas e num estado de consciência onde o pensamento racional consiga estar tranquilo ― onde as vozes internas sejam anestesiadas temporariamente. Seria incrível se, na verdade, nesta noite e em conjunto, conseguíssemos aceder a algo que estivesse para lá do visível, para lá do conhecido. Aceder a espaços mais improváveis do nosso inconsciente coletivo. Luís Guerra

Duração do Espectáculo

1h00

Faixa Etária

para maiores de 6

Preçário

€7
€5 < 25, estudante, > 65, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias
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