Conversa com… Vera Mantero e Rui Chafes

Ter 24 Mai 2016 | 19:00 | CAPC Sereia - Círculo de Artes Plásticas de Coimbra
PROGRAMA ESPECIAL EM COIMBRA // CENTRO DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA

Sinopse

Vera Mantero estudou dança clássica com Anna Mascolo e integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Começou a sua carreira coreográfica em 1987 e, desde 1991, tem mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura. Dos seus trabalhos destacam-se os solos Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois (1991), Olympia (1993), uma misteriosa Coisa, di s s e o e.e.cummings* (1996), O que podemos dizer do Pierre (2011), Os Serrenhos do Caldeirão, exercícios em antropologia ficcional (2012) e Salário Máximo (2014), e as peças de grupo Sob (1993), Para Enfastiadas e Profundas Tristezas (1994), Poesia e Selvajaria (1998), Até que Deus é destruído pelo extremo exercício da beleza (2006) e Vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos (2009). Uma co-criação da artista com o escultor Rui Chafes, Comer o Coração, constituiu a representação oficial de Portugal na 26ª Bienal de Arte de São Paulo (2004).

 

Rui Chafes Prémio Pessoa 2015. Nasceu em Lisboa e formou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, em 1989. Estudou ainda na Kunstakademie, em Dusseldorf, Alemanha, e é um dos artistas portugueses contemporâneos com mais destaque internacional. Trabalha sobretudo em ferro e há três décadas que expõe regularmente, consolidando uma carreira que o levou já a representar Portugal nas Bienais de Veneza e de São Paulo e lhe justificou exposições individuais nas mais importantes instituições nacionais, como o Museu Serralves, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian ou o Museu Colecção Berardo. A obra de Rui Chafes faz parte ainda de importantes coleções permanentes, seja no estrangeiro (S.M.A.K, Bélgica; Folkwang Museum Essen, Alemanha; Museum voor Moderne Kunst, Holanda; Esbjerg Kunstmuseum, Dinamarca; Museum Würth, Alemanha). As suas esculturas integram ainda o acervo da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu de Serralves, do Museu do Chiado ou da Caixa Geral de Depósitos.

Ficha Técnica

Imagem © Agnieszka Wojtun

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